set 26, 2016
Tamy

México: Isla Holbox, um paraíso escondido

Isla Holbox é uma ilha pequenina que fica a noroeste de Cancún, na península de Yucatán. Com apenas 42km de extensão e pouco mais de mil habitantes, o acesso é apenas por ferryboat e para se deslocar nas estradas de areia por lá, é só a pé, de bicicleta ou com carrinhos de golf. Há pouquíssimos carros e eles se restringem à entrega de mercadorias.

Sem carros, sem grandes resorts e lojas como a vizinha Cancún, há poucos turistas e muitas paisagens de arrancar suspiros. A pequena Holbox ganhou meu coração entre as 5 melhores praias onde já estive. E olha que amo praia e já tive a sorte de pisar na areia (e também nas pedras 😛 ) de algumas das praias listadas entre as mais incríveis do mundo.

Vem comigo e dá uma olhada nesse paraíso:

Li em um blog que se existisse Oscar para pôr-do-sol, Holbox ganharia. Concordo plenamente! No final da tarde o céu e o mar se pintam de rosa e é possível ver flamingos e pelicanos voando. É tão lindo que faltam palavras para descrever.

A área fica dentro da reserva ambiental e área de proteção de Yum Balam, que protege a flora e a fauna típicas, com algumas espécies em risco de extinção. A ilha é famosa entre os amantes da vida marinha (eu eu eu \o/ ) por ser um ótimo ponto de avistamento do tubarão-baleia. Esse foi o principal motivo que me levou a Holbox, lá é possível nadar ao lado do maior peixe do mundo.

Diferente daqueles parques, cujo nome nem vale a pena citar, onde golfinhos e baleias são escravizados para deleite dos turistas, em Holbox a questão ambiental é levada a sério. Os tours se limitam a 10 pessoas por embarcação, o barco vai a 50km da costa em busca dos tubarões e quando eles são encontrados, as pessoas podem mergulhar em duplas, com um guia que fiscaliza para que ninguém toque no tubarão e nem atrapalhe seu caminho. Além do guia, percebi que também havia fiscalização do governo.

O tubarão-baleia pode chegar a 12 metros de comprimento e pesar 20 toneladas, apesar do nome e o tamanho impressionarem, ele é dócil e só se alimenta de plâncton. Como é todo pintadinho, é fácil enxergar da superfície e tentar seguir ao lado dele. Falo em tentar porque o bicho é muito rápido e meu fotógrafo – também conhecido como marido – não conseguiu 😛 por isso não tenho muitas fotos.

No mesmo passeio também é possível avistar golfinhos (livres e felizes), arraia jamanta, corais, peixinhos coloridos e o amado flamingo rosa <3

Se você gosta de aventura, o tubarão-baleia passa por Holbox entre junho e setembro. O melhor é agendar e negociar o tour quando estiver na ilha e se possível em espanhol, que custa mais barato 😛

Para quem gosta de tranquilidade, de acordar com o canto dos pássaros e ver o tempo passar devagar enquanto tenta contar os tons de azul do mar ou os pelicanos que nadam tranquilos, Isla Holbox é o paraíso escondido dos mexicanos. Já morro de saudade e planejo a próxima visita!


Look 037/2016:

• Top Authoria (comprado em brechó)
• Saia Antix
• Brincos Parco Design
• Óculos Riachuelo

• Maiô Salinas

set 12, 2016
Tamy

México: Oaxaca e Monte Albán

Minha segunda parada é na adorável Oaxaca, uma cidadezinha que fica a 7 horas de ônibus da capital e conserva muito do México tradicional, com casas coloniais coloridas, o melhor chocolate do país, mariachis, mezcal e tequila.

 

As construções originais da época da colonização espanhola lembram bastante as de Cusco (Peru) e Colônia do Sacramento (Uruguai), parecem pequenas por fora, mas são imensas, bem iluminadas e frescas por dentro. O hostel onde me hospedei (Hostel de las Américas) tinha lindos vitrais e um terraço de tirar o fôlego.

A mocinha aí de cima estava fotografando para o álbum de 15 anos. A tradição é muito forte no México e elas usam vestidos como esse e tiram fotos em pontos turísticos. Na Cidade do México vi algumas fotografando no Anjo da Independência.

O Monte Albán abrigou a civilização zapoteca desde 900 A.C até ser derrotada em 1300 D.C pelos mixtecos e estes conquistados mais tarde pelos espanhóis. As ruínas abrigam muito da cultura zapoteca e alguns traços dos mixtecos. O local abrigava importantes rotas comerciais e foi palco de muitas disputas. Embora tenha algumas das ruínas mais bem conservadas dos zapotecas, no dia em que visitei o Monte Albán não haviam muitos turistas, o que resultou em algumas fotos bem bacanas!

Nos vídeos do Instagram comentei que o Juego de Pelota provavelmente originou o futebol moderno, mostrei como era a “trave”, agora mostro o campo, que tinha forma de I como esse aí embaixo.

Sabe a famosa “siesta”? Ela rola de verdade, não são todos que dão aquela dormidinha depois do almoço, mas alguns dormem mesmo. No litoral tem estabelecimentos que só abrem depois das 16h!

Look 036/2016:

• Cardigan Rafaela Tomazzoni
• Top Zara
• Short Forever 21
• Óculos Prada
• Bolsa da Grécia
• Brincos Beatnik
• Sandália Renner

set 8, 2016
Tamy

México: Teotihuacán

O México fez parte da minha vida desde muito cedo: cresci assistindo Chaves, Chapolin e as novelas que o patrão Silvio Santos reprisava sem pudor. Por isso e pelo grande interesse pela história dos povos pré-colombianos na escola, conhecer esse país sempre foi um sonho. <3

Foi emocionante comprovar que o México é tão bacana quanto parecia no Chaves, com refresco de tamarindo, muito chilli, comidas com nomes fofos e pessoas adoráveis. A primeira parada foi a Cidade do México, onde infelizmente passei pouco tempo por conta de um erro da Copa Airlines que mudou o horário do voo e não me avisou. Acabei perdendo um dia de viagem 🙁

Datadas do ano 100 A.C., as pirâmides de Teotihuacan impressionam pela imponência e pela incrível história dessa civilização (teotihuacana) que sobreviveu por cerca de mil anos com rotas de comércio que íam do atual EUA até Guatemala e Honduras. O transporte das mercadorias era realizado em tempo integral, haviam embaixadas em cada cidade onde uma pessoa entregava o produto para a próxima de modo que o comércio estava sempre abastecido. Imaginem tudo isso antes de Cristo!

Graças à essas rotas, Teotihuacan mantinha boas relações com outros povos e tinha embaixadas na cidade. Por isso encontramos construções em diferentes estilos como maia e zapoteca.

Na escola aprendi que os astecas viviam nessa região. O que não deixa de ser verdade, mas isso aconteceu muito depois, cerca de 200 anos antes dos europeus chegarem à América. Os astecas baseavam sua economia em impostos pagos pelos povos conquistados na guerra e sua civilização durou cerca de 300 anos.

Eles chegaram a Teotihuacan quando os primeiros habitantes já haviam abandonado a cidade, provavelmente por guerras ocasionadas pela disputa religiosa. Estado e religião se confundiam e isso criou problemas (cria até hoje né?! 😛 ).

Minha viagem pelo México continua e vocês podem conferir tudo lá no live do Instagram. Quem quiser mandar perguntas, pode deixar nos comentários ou na DM do Insta que responderei dentro do possível.

Look do dia 035/2016:

• Blusa Zara
• Calça Riachuelo
• Bandana Pente Fino
• Óculos C&A México (que custou R$4 mas isso é história pra outro post hehe)
• Bolsa da Grécia
• Alpargata Daniel Cassin

ago 23, 2016
Tamy

Look do dia: étnico + poás

Vestidinho de verão que funciona também no inverno! Lembra dele no post sobre Rodes? Pois agora ele se juntou ao casaco quentinho que arrematei na liquidação e o resultado é um mix de estampas bem diferentes mas que combinam na cor. 🙂

Enquanto o inverno não vai embora, vou enfrentando o restinho de frio do jeito que dá!

Look 034/2016:

• Vestido e casaco Forever 21
• Choker que é uma pulseira (ganhei de uma amiga)
• Bota Studio Acesso

ago 17, 2016
Tamy

Look do dia: saia plissada metalizada e tênis

Uma das minhas resoluções para 2016 é comprar menos, o que até agora estou conseguindo cumprir com sucesso. Naturalmente acabo visitando menos os shoppings e as lojas, então as novidades não me dão aquela loucurinha por compras.

Lá em março/abril quando minha mãe veio me visitar fomos ao shopping e avistei essa saia na Zara por 189 dinheiros. Apesar de achar linda, estava fora de cogitação uma saia desse preço. Aguardei a liquidação e arrematei semana passada por R$59. 🙂

Resolvi combinar com tênis porque é uma saia midi plissada e metalizada, precisava de um visual esportivo para usar durante o dia. A maioria dos meus tênis são coloridos, exceto esse que uso para correr.

Não é “aquele” Adidas da moda, mas amo ele mesmo assim e ainda dá para usar enquanto coloco em prática meu projeto fitness #corropracomer 😛

Pra arrematar: jaqueta jeans grandona com cara de anos 90 honestamente roubada do armário do marido e choker que na verdade é uma pulseira.

Look 033/2016:
• Jaqueta masculina Zara
• Camiseta antiga (não lembro a marca)
• Saia Zara
• Pulseira Kafé usada como choker
• Colar Parco
• Óculos Moon que veio da loja Quem te viu, quem te vê
• Tênis Adidas

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