out 21, 2016
Tamy

Review: Curvador de cílios mini heated eyelash curler Sephora x curvex Shu Uemura

Sou uma louca por cílios e os meu são como os de uma vaquinha triste: retos e para baixo. Por isso adoro testar máscaras, curvex e todas as novidades para curvar os cílios e abrir o olhar.

Não pude resistir quando dei uma voltinha pela Sephora e encontrei o Curvador de cílios mini heated eyelash curler, um trequinho aquecido para curvar os fios sem precisar do curvex. Comprei, usei por um tempo e agora faço um comparativo com o curvador Shu Uemura.

Curvador de cílios mini heated eyelash curler, esse aparelhinho preto da foto, é uma espécie de chapinha para os cílios. Ele funciona com uma pilha AAA que o aquece de maneira a curvar os fios sem queimar os olhos. Atrás há um indicador verde que fica amarelo quando a temperatura de uso foi atingida.

Quando digo que tenho cílios de vaquinha triste, é disso que estou falando:

Cílios retos, duros e para baixo: quem é a Tamy, quem é a vaca?

Para este experimento científico, testei em um dos olhos o Shu e no outro o curvador aquecido. Agora que vocês viram o antes (ressalto que minha foto é a de cima) vamos ao trabalho com os aparelhos.

Primeiro com 10 segundos de Shu.

Agora com o curvador aquecido da Sephora:

A principal diferença do curvex é que é possível trabalhar melhor e bem pertinho da raiz dos cílios sem machucar a pele ou a lente de contato saltar e se perder. Consigo trabalhar a extensão dos fios com ambos, mas a medida que chego perto das pontas, o curvex começa a deixar esquisito e com o curler o resultado fica mais natural.

Com máscara o resultado fica mais aparente. Usei uma camada da máscara Colossal da Maybelline, que é a que costumo aplicar no dia a dia.

Os resultados são parecidos, mas com o curler consegui cílios mais alongados justamente por trabalhar bem próximo da raiz. É possível conseguir o mesmo com o curvex, mas há grande risco de beliscões 😛

O que importa é que no final das contas a vaquinha ficou diva e com olhos felizes 🙂

Meu Curvador de cílios mini heated eyelash curler é da  Sephora e custou cerca de R$50, comprei o tamanho viagem que cabe na bolsa. Há uma opção maior que vem com escovinha. Sei que há curvadores parecidos por preços melhores e honestamente? Acho que todos eles vem do mesmo chinesinho. Portanto se você procura uma alternativa ao curvex para ter cílios felizes, vale o investimento: funciona e o resultado dura o dia todo!

out 20, 2016
Tamy

México: Chichen Itzá, inesquecível de dia e de noite

Quando visitei Machu Picchu, fiquei encantada pela cultura inca e curiosa para conhecer mais sobre os povos pré-colombianos da América Central, sobretudo os maias. É impossível falar de cultura maia sem lembrar de Tikal (está na lista!) e Chichen Itzá.

Se Machu Picchu surpreende pela natureza selvagem e a localização misteriosa, Chichen Itzá fascina com seu profundo conhecimento científico e relação com as forças do universo. E não estamos falando de alienígenas (Giorgio Tsoukalos que me perdoe), estamos falando de povos incrivelmente desenvolvidos cuja cultura sobrevive até hoje.

Se você tem planos de visitar Chichen Itzá e realmente se interessa pela história do local e dos maias, recomendo que se hospede nos hotéis da região (fiquei no Dolores Alba). Isso facilita o acesso nas primeiras horas da manhã, quando o tempo é mais fresco, há menos turistas e os vendedores ainda estão montando suas tendas. Além disso é possível assistir gratuitamente o espetáculo Noches de Kukulkán, com uma projeção emocionante da história de Chichen na pirâmide.

É possível contratar guias na entrada do sítio em vários idiomas, inclusive português. O serviço de guia em espanhol custa um pouco menos que os demais e tem a vantagem de que você pode ser atendido por um descendente dos maias, aprendendo sobre sua cultura direto na fonte! Há guias mais baratos no estacionamento, oferecendo tours por metade do preço, realmente não recomendo a contratação desses serviços. Sentei-me ao lado de um guia não oficial em inglês e escutei por alguns instantes, ele contava histórias absurdas que não faziam o menor sentido. /o\

Na foto: eu e meu guia maia no meio da cancha do Juego de Pelota, que contava com sacrifício humano e era muito apreciado pelos povos da região. Na oportunidade ele comentou o quanto ficava ofendido com as teorias de que ets construíram Chichen Itzá, pois isso subestima a capacidade de seus antepassados (escutei o mesmo em Machu Picchu). Ele também contou que há vários povoados de maias que praticam a religião e os costumes até hoje!

A bola do Juego de Pelota pesava cerca de 3kg e o capitão tinha que arremessá-la por dentro do anel de pedra usando o quadril, a cabeça ou os antebraços. Quando ele conseguisse tal feito, teria a honra de ser sacrificado e dessa forma pedir aos deuses a proteção, o alimento e a água para seu povo.

Eu visitei Chichen Itzá com a ideia de que o sacrifício era algo indesejado ao qual os escravos eram submetidos. Isso era verdade para os astecas (que vieram bem depois), mas os maias se preparavam e desejavam o sacrifício, assim poderiam recorrer aos deuses pedindo por aqueles que eles amavam. Era uma honra tão grande que só membros da nobreza eram oferecidos aos deuses.

Estudos indicam que aqui o capitão da equipe vencedora tinha seu coração arrancado e mais tarde era decapitado. Há uma pirâmide/altar específica para isso, completamente adornada com crânios.

Isso tudo só é válido quando falamos dessa cancha e dessa cidade, em outras cidades o jogo era praticado com fins seculares e nem sempre terminava em morte.

Os maias também eram bons de astronomia e estudavam o movimento dos astros no observatório (primeira foto desse bloco), onde refletiam as estrelas em recipientes com água e a partir de sua posição podiam prever a mudança das estações, eclipses e muito mais. Quem não ficou preocupada em 2012 com o fim do calendário maia, né?! Eles não ficaram! A ideia nunca foi de fim do mundo e sim o fim de uma era.

A propósito, a pirâmide principal da cidade tem 360 degraus + 5 degraus dentro do templo lá no alto. Cada degrau representa um dia do ano e os 5 internos significam os últimos dias de agosto (fim do calendário). Quem nascia nesses dias estava destinado ao sacrifício (ele de novo!).

Faz muito calor na península de Yucatán e os espaços em Chichen Itzá são muito abertos. A ideia de ir de shortinho e regata pode parecer tentadora, mas na prática o ideal é proteger o corpo para não ter uma insolação ou ficar com a pele ardendo. Chapéu, protetor solar (biodegradável se for ao cenote depois) e óculos de sol são indispensáveis.

Eu optei por calça e chapéu. Poderia ter coberto melhor o pescoço que ficou bem queimado, mas fica o aprendizado para a próxima! 🙂

Deixo vocês com um gostinho de como é a projeção na pirâmide e o look do dia!


Look 041/2016:

• Blusa Sheinside
• Calça C&A
• Colar Parco
• Chapéu Rio Branco
• Bolsa da Grécia
• Alpargata Renner

out 14, 2016
Tamy

Look do dia: patches e pantacourt

A onda dos patches (adesivos termocolantes para aplicar em tecido) veio para ficar e quem curte customização pode se deliciar com diferentes modelos. A Daiane Store tem kitzinhos com esses da camiseta por R$9,90.

Se você prefere a peça pronta, várias lojas já tem jaquetas, jeans e camisetas com os apliques divertidos. Minha camiseta de hoje já veio pronta e é uma gracinha. Como estive resfriada essa semana (quem me viu no Instastories deve ter percebido a cara de acabada), a pedida é conforto. Então fui de flatform e pantacourt aproveitar a primavera que finalmente deu as caras!

• Camiseta Daiane Store
• Pantacourt Renner
• Bolsa Zara
• Brincos Beatnik
• Relógio Casio
• Sandália Vicenza

out 11, 2016
Tamy

Look do dia: cardigan rosa e sapatilha balllet

Parede nova para a volta do look do dia! Ainda em clima de finalzinho de inverno, início de primavera com um pouco de frio aqui em Porto Alegre.
No look, algo inesperado: estou apaixonada por tons de rosa, tanto que esse cardigan já está quase andando sozinho 🙂

Look 039/2016:

• Cardigan Bershka
• Macacão Youcom
• Óculos C&A (México)
• Bolsa e choker Zara (idem)
• Sutiã Lacelab
• Relógio Casio
• Sapatilha Zara (tão antiga que está se desmanchando 😛 )

out 6, 2016
Tamy

México: cenotes

Sou louca por água. Sempre fui, desde pequena. Então quando pesquiso um destino de viagem, sempre dou preferência aqueles onde posso nadar.

No México não foi diferente, há anos morria de vontade de conhecer os famosos cenotes e pelo jeito não estou sozinha nessa, as postagens no Instagram (@derepentetamy) que mais fizeram sucesso eram justamente as com as águas misteriosas dos maias.

A península de Yucatán, onde fica Cancún, Playa del Carmen, Tulum e Chichen Itzá tem terreno de rocha calcária, sem água superficial como rios. Na época em que os maias migraram da Guatemala para o local, ficaram preocupados com a sobrevivência no período de seca, mas acabaram descobrindo os cenotes, dzonot ou ts’onot no dialeto maia.

Os cenotes são formados pela infiltração da água da chuva e conexão com águas subterrâneas, por isso a água é muito limpa, clara e gelada. Os peixes são de dois tipos: o peixe-gato (que no Brasil conhecemos como bagre) cego e aqueles micro-peixinhos que usam em fish spa. No Trip Advisor uma pessoa comentou que haviam lindos peixinhos coloridos, fico em dúvida se ela fez isso pela zoeira ou foram as drogas 😛 Conversei com um guia e ele esclareceu que são esses dois tipos mesmo.

Eu sempre tive um pouco de agonia desses fish spa, imagine entrar em um tanque repleto desses peixinhos. Meu maior medo não se confirmou e eles foram só nos pés. Ufa!

Voltando aos cenotes: com o tempo e a infiltração, a rocha vai sofrendo desgaste e desaba, expondo a água. Por isso existem 3 tipos de cenote: os abertos (parece um lago), os semi-abertos como esse das fotos acima e os fechados.

Há muitos cenotes na região de Yucatán, mas a maioria não é explorado para turismo. É muito legal navegar no mapa e ver como existem várias indicações em todo lugar 🙂

Mas se a sua ideia é de uma água deliciosa em meio a um cenário tropical,  como era a minha… esqueça. Os cenotes são selvagens e um pouco assustadores, a profundidade da água pode chegar a 100m em alguns lugares. Por isso algumas pessoas fazem SCUBA, atravessando cavernas subterrâneas e segundo relatos, os mergulhadores encontram várias oferendas dos maias por lá.

Um dos lugares mais famosos para visitar e nadar é o Ik-Kil que fica próximo às ruinas de Chichen Izá. O local já recebeu competições de salto ornamental da Red Bull e quem gosta de saltar pode se jogar com tranquilidade, pois a profundidade é de 50 metros.

Talvez não tanta tranquilidade assim, já que não existem salva-vidas, apenas uma placa dizendo que entrar na água é por sua conta e risco. Felizmente os turistas que encontrei por lá pareciam mais conscientes do que costumamos ser por aqui. E se você não souber nadar, pode alugar um colete e explorar a área segurando em cordas.

Assustadores mesmo são os cenotes fechados. Neles, a luz entra por um pequeno orifício e é perturbador mergulhar na escuridão. Senti mais medo aqui do que ao nadar com o tubarão-baleia 😛

Não tão turísticos quanto o primo Ik-Kil, os cenotes de Xkeken e Samula ficam próximos a cidade de Valladolid, em um ecoparque. Lá é possível curtir o lugar com poucos turistas (o primo fica lotado em alguns horários). Acho que os morcegos assustam um pouco o público 😉

O cenário parece assustador, mas estes cenotes são rasos e havia crianças na água. A única luz natural é aquele raiozinho ali no centro.

Contam os locais que os tijolos para construir as pirâmides da região vinham de cavernas como essa. Escravos passavam o dia cortando a rocha e depois colocavam no sol para secar?! A única vantagem é que o lugar é fresco, ao contrário da superfície onde o calor é sufocante.

Quem gosta de mergulhar ou adora uma aventura, pode visitar dezenas de cenotes próximos a Playa del Carmen e Tulum. Eu visitei estes 3, achei fantástico, mas gosto mesmo é de água salgada e peixinhos coloridos 😛

Look 038/2016:

• Maiô Loér 

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