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abr 27, 2011
Tamy

De repente 30: Barbie – tudo o que você quer ser

O post de hoje vai ser um pouquinho diferente e serve pra quem tem 20, 30, 40, 50, 60 anos! O tema de hoje é a ilustre cinquentona que continua com tudo em cima e coloriu a infância de milhares de meninas mundo afora: Barbie.

Quem nunca desejou ter uma Barbie? Eu falo “desejou” pois nos anos 80/90 elas eram caras e muitas vezes inacessíveis. Apesar das lágrimas e pedidos, meus pais sempre acabavam improvisando meu Natal com uma Suzi ou uma Barbie hermana (leia-se do Paraguai).

A paixão pela boneca é tão grande que muitas pessoas a guardam como lembrança da infância e outras passam a colecionar depois de adultas. É o caso de Carlos Keffer, colecionador há 15 anos. Seu acervo de mais de 750 bonecas virou exposição e hoje viaja o país com o “Museu Encantado da Barbie” que esteve em Porto Alegre no mês de março e fez muito sucesso no Shopping Iguatemi.

Eu conferi tudo de pertinho e passei horas suspirando pelas bonecas, agora vou dividir um pouquinho desse sabor de infância com vocês!

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abr 1, 2011
Tamy

De repente 30: Cheetos é feito com queijo


Cheetos é feito com queijo
Cheetos é feito na queijolândia
É uma delícia!

É com o vídeo da Chica Bola de 1991, cantarolando a clássica canção “Cheetos é feito com queijo” que tenho o prazer de reabrir os trabalhos do “De Repente 30”, afinal em abril completo 28 anos e os 30 estão batendo na porta, quero estar preparada e com muitas lembranças fresquinhas na memória para me sentir “forever young“.

Quem nunca comeu um Cheetos – mais conhecido como chips – que atire o primeiro Tazo! O salgadinho faz parte da infância de várias gerações e por sorte podemos sentir o sabor dos anos 90 até hoje, basta ir ao supermercado ou boteco mais próximo e adquirir um belo pacote de Cheetos bolinha ou de Cebolitos.

Dizem que eles não são saudáveis, que tem sal demais, gordura demais, conservantes demais, corantes demais, que são o snack do demo para controlar o cérebro das criancinhas e que quem come muito fica amarelo. Há também quem diga que tem cheiro desagradável e chame de “Chulezitos“. Já a fabricante defende que além de saboroso o salgadinho tem 1.773.930 vitaminas e sais minerais e que é 100% natural.

A verdade é que ninguém ficou doente nem super-vitaminado de comer loucamente os chips na década de 80/90 só para colecionar Tazos. Porque a verdade é que o principal estímulo para comer Cheetos sempre foram os brindes! Tazo, Caça ao Tesouro, figurinhas holográficas (e nós achando em pleno 2011 que os esmaltes arrasam) e os inconfundíveis Susto Partes da Família Adams!

O brinde de maior sucesso foram os Tazo, começou timidamente com Looney Tunes e a mania pegou! No recreio e intervalos de aula todos mundo só queria saber de trocar Tazo. Depois veio a linha do “O Máscara” que trouxe consigo o Pega Tazo – ou melhor o “pééééééééééééééééééééééééééééga tazooooo” – que era uma mãozinha de geléia com um anel na extremidade, você encaixava o anel e tentava roubar o tazo do amigo com a mão grudenta. Saudável né?

Aí vieram os acessórios: porta tazo, lança tazo (para jogá-los longe), tazo titanium… e com a Tazo Mania veio também a proibição de levá-los para a escola. Triste.

Depois da febre do Tazo passar, ou da diretoria das escolas obrigar a febre a passar, chegou a hora de um novo brinde. Só mesmo uma criança para ter coragem de comer algo que vem com uma orelha ou uma língua de geléia dentro do pacote. Sim! Eram as Susto Partes da Família Adams! Eram pedaços de pessoas em geléia que quando atirados contra a parede A-N-D-A-V-A-M! Sim minha gente, a língua descia calmamente pela parede. Até hoje não entendo porque era da Família Adams… seria mais adequado se fosse um promocional do filme “O Massacre da Serra Elétrica”.

Claro que os pais, professores e adultos em geral odiaram esse brinde. Meu irmão amava e quase matava minhas tias do coração.

Mais tarde veio o brinde da Caça ao Tesouro, que era uma raspadinha onde você seguia pistas no cartãozinho e se acertasse ganhava presentes que podiam ser Discman (você sabe o que é isso?), mais Cheetos ou pequenos valores em dinheiro. Na mesma época estava na moda aquelas canetinhas laser e eu aprendi a iluminar a raspadinha com o laser e sempre acertar o caminho. Como eu morava em uma mini cidade onde só vendia Elma Chips em uns 5 ou 6 lugares, logo sacaram que eu roubava no joguinho.

Ah que delícia era a infância! Com gostinho de queijo, cheirinho de chulé e com pedaços de pessoa dentro do pacote! E vocês? Curtiam Elma Chips?

nov 29, 2010
Tamy

De repente 30: beauty nos anos 80 e 90

Sentiram saudades do De repente 30? Eu senti… e muita! Estava pensando em um assunto especial para inaugurar o de repente aqui no novo LookMelissa e cheguei à conclusão que beleza seria perfeito já que todas nós somos vaidosas desde os anos 80. E como era difícil ser criança vaidosa naquela época né? Hoje existem milhares de produtos voltados ao público infantil: de cremes à unha postiça, mas na minha época o jeito era improvisar com os produtos dos adultos!

Eu tenho quase 30 anos e lembro claramente da Xuxa se besuntando de hidratante Monange (e faz isso até hoje). Ela passava sem economia nas pernas, na barriga e é claro… no rosto! Certa vez fui com meu pai ao supermercado, consegui enganar ele e comprar o tal leite da Monange. Chegando em casa eu corri para imitar a Xuxa e comecei pelo rosto! Nossa, como ardeu o tal creme e eu me perguntava por que a Xuxa gostava tanto daquela porcaria. Depois de tomar uma bronca da minha mãe, que explicou que essas coisas “não são pra criança” e por isso ardiam, eu desisti de hidratantes e peguei trauma.

Eu fui uma criança cabeluda. Tive longos e fartos cabelos até os 18 anos e como eu era uma menina bastante peste ativa, sofria com os nós. Até que uma coleguinha de escola me apresentou Neutrox. O condicionador amarelinho é clássico e tem a mesma embalagem desde a época em que guaraná tinha rolha. Foi amor à primeira vista e eu ainda hoje tenho um Neutrox que uso antes da piscina, é ótimo para não ressecar com o cloro.

Por falar em cabelos, desde criança eu sofro com a rebeldia dos meus, que insistem em tentar provar que mandam em mim. Quando eu era criança, minha mãe me ajudava a resolver isso prendendo em imensos rabos de cavalo. Para isso eu usava o tradicional rabicó (em alguns lugares chamam de elástico ou chuquinha)! Quem não usou um rabo ao lado da cabeça preso com um belo rabicó nos anos 80/90 que atire a primeira pedra.

Lembro também de um adorno que hoje eu acho horroroso demodê: o tererê! Quando as aulas começavam todas as meninas que foram para a praia apareciam com os cabelos enfeitados com tererês! Pior era quando ele resolvia fazer nó no cabelo e a gente tinha que cortar tudo: cabelo e tererê!

Como falar de beauty dos anos 80/90 sem citar o ícone máximo da beleza infantil na época!? O brilho labial de morango era presença obrigatória nas penteadeiras de todas as meninas antenadas que adoravam o doce sabor de morango+cera que o produto tinha. Mais tarde ele ganhou a versão de uva, mas esse nunca teve o glamour do moranguinho!

Outro produto inesquecível que eu não consegui encontrar foto era o brilho de latinha do Boticário. Aliás, essa marca era o sonho das meninas. Quem nunca teve ou quis ter um perfume Ma Chérie?

E para finalizar um item de beleza que era fundamental nas mochilas das meninas modernas e antenadas dos anos 80/90: papel crepom! Tinha coisa mais legal que fazer mechas temporárias no cabelo com papel crepom? Eu gostei tanto que continuo fazendo até hoje, mas agora com tinta de verdade.

Conte para nós, qual o seu segredinho de beleza da infância?

nov 1, 2010
Tamy

De repente 30: A turma da Mônica

Como falar de infância sem mencionar os inesquecíveis gibizinhos da Turma da Mônica?

As historinhas criadas por Maurício de Souza em 1959, fizeram parte da infância de nossos pais, das nossas e possivelmente farão parte da vida de nossos filhos. Minha sobrinha de 3 anos ganhou uma Mônica no dia das crianças e sabia do que se tratava!

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set 3, 2010
Tamy

De repente 30: doces com sabor de infância

Dias atrás, quando eu postei minha foto de criança, toda trabalhada na pulseirinha que vinha no sorvete de maria mole (vulgo sorvete seco) comecei a lembrar dos doces da infância e me inspirei pra fazer esse post. São tantos doces, que possivelmente teremos uma parte II.

Preparem o fio dental, a escova de dentes e vamos embarcar na viagem que todo dentista de criança teme: os doces!

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