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jun 18, 2012
Tamy

De repente 30: oi oi oi – 20 anos de Latino

Oi oi oi“, é o que pipoca no twitter sempre que começa a novela Avenida Brasil. O hit Dança Kuduro que abre a novela (e virou “Vem dançar com tudo” ¬¬ ), trouxe Latino de volta ao ranking das músicas mais tocadas, com direito a clipe com Ferrari e muitas dançarinas. O tal Kuduro está fazendo tanto sucesso que resolvi dedicar o De Repente 30 a este “símbolo sexual” da minha infância (lembro que o Faustão dizia que ele era um símbolo sexual, eu perguntava pro meu pai o que significava isso, mas nunca obtive resposta hahaha). A verdade é muita gente esqueceu, mas eu lembro beeeeeeeeem do Latino de bigode cantando com a Angélica!

Em 1994 Latino usava bigode, cabelo enrolado, coturno com calça larga e jaqueta de couro, ele “emprestava” alguns passos da coreografia de Michael Jackson e foi um dos primeiros cantores-dançarinos desse Brasilzão, aposto que Jacaré se inspirou nele para criar as dancinhas do Gera Samba (desenterrei essa hein?!).

No vídeo acima, Latino mostra todo seu repertório de dançarino-símbolo-sexual enquanto canta com Angélica SEM Angélica. Observe que uma das backing vocals dançarinas faz a Angélica-substituta. Na década de 90 valia tudo né?!

“Só você que me fascina-a
só você que me alucina-a
Só você que me faz delirar, com seu jeito de ama-ar”

Na mesma época, Latino e Angélica lançaram juntos, um clipe chamado Sonhos, que você pode assistir aqui. Lembro que eu achava que eles íam acabar juntos, de tão românticas que eram as canções da dupla. A ingenuidade não me deixava reparar que eles não se encontravam nem pra gravar um clipe!

Depois da época “bigode + coturno”, Latino sumiu por uns tempos e reapareceu no início de 2000 apoiando a carreira(?) de Kelly Key. Como todo belo e duradouro casal da mídia, eles tinham tatuagens apaixonadas: ela um rabisco de Latino na perna – que mais tarde virou uma fada (!) – e ele um retrato da amada, que por um bom temp se recusou a apagar. Não sei no que essa tattoo se transformou, alguém sabe?

Em 2005 – após a separação – Latino voltou de visual renovado, parecidíssimo com um outro artista brasileiro, sabem quem? Na época ele lançou uma versão brasileira de Dragostea Din Tei que se tornou Festa no Apê e tocou extaustivamente naquele verão, com direito à coreografia e muitas versões “alternativas” do clipe.

Em seu site, Latino se proclama “o maior showman do Brasil”. Se é o maior eu não sei, mas sem dúvida esse homem é um fenômeno a ser estudado! Há 20 anos ele some e reaparece com um hit ruim grudento, acompanhado de coreografias duvidosas contagiantes e visual renovado. Ele fez parte da minha (nossa) infância, da adolescência, da juventude e possívelmente terá algum hit infame quando eu atingir a terceira-idade, por isso Latino merece estar no De Repente 30.

Para encerrar, deixo vocês com o vídeo de Não adianta chorar, cheio de “efeitos especiais”, coreografias e a sensualidade que eram a marca de Latino na década de 90. Quer rir? Assista! Tem direito até a trechinho em inglês 😀

maio 23, 2012
Tamy

De repente 30: os cabelos nos anos 80 e 90

Eles são a moldura do rosto, mostram a personalidade da pessoa e variam com a… moda! O De Repente 30 de hoje é sobre cabelos dos anos 80 e 90, vamos relembrar aquele cheirinho de permanente da nossa avó, o corte selvagem da tia moderninha e morrer de rir com o que faziam (fazíamos) com o picumã no final do século XX.

Para começar, os anos 80! Década do flúor, das roupas de ginástica e de coisas que vão nos envergonhar eternamente. Ao menos não vamos passar vergonha sozinhas, olha esse cabelitcho da Madonna? Pense em quanto laquê era necessário pra deixar ele assim!?

A palavra de ordem era volume, quanto mais… melhor! Bon Jovi e a moça do filme Flashdance que o digam. O rabo de cavalo usado na lateral da cabeça era o grito da moda, ainda mais se o rabicó fosse colorido. As bandanas e faixas estilo “usei na aula de aeróbica” faziam sucesso entre homens e mulheres.

No Brasil, as divas e divos não deixavam barato e arrasavam na cabeleira. Quem não teve uma vizinha que fazia permanente? E o cheiro que ficava dias e dias, para garantir o penteado poodle? (nossa querida Angélica não faz parte do time dos anos 80, mas preservou a técnica milenar até metade dos anos 90).

O mullet, do qual falei nesse post, começou a bombar no Brasil onde ficou conhecido como corte Chitão. Na mesma época, Xuxa se mostrava vanguardista e trazia a moda flúor/acabei de chegar da aeróbica para o Brasil.

Chegaram os anos 90, mas o Brasil continuou apegado ao tal selvagem/poodle. O mullet cruzou com o permanente, criando Zezé di Camargo. O rei Roberto Carlos achou lindo e virou adepto. Val Marchiori – que na época ainda não era do frango e nem rica – adorava um poodlezão vem pegado.

Xuxa – sempre vanguardista – já trazia a tendência “menina comportada” que fazia sucesso no exterior. Muitas debutantes dos anos 90 (eu!) tem uma foto exatamente assim: cabelo liso, jogado pro lado com meia franja. Uma beleza!

Os anos 90 no exterior se dividiram basicamente em 3 vertentes: Rachel Green, “menina comportada” e “nasci assim”. Nada de mullet, poodle ou faixas de aeróbica. As mulheres lá fora já tinham superado os anos 80 e agora queriam pouco volume.

Rachel Green é sem dúvida o cabelo que mudou a vida de muita gente. Uma noite Jennifer Aniston resolveu brincar com uma navalha, criando o desfiado que acabou se tornando um dos cortes mais pedidos nos salões de beleza. Na época o visual “cheio de pontas” fazia sucesso e as Spice Girls adoravam. Falando nelas, Ginger Spice estimulou muuuuuuitas meninas a clarearem só uma mecha na franja.

O estilo “menina comportada” era basicamente um cabelo longo, liso e jogado pro lado. A franjona era opcional e quanto mais comprido o cabelo, mais legal era. As meninas do “Barrados no Baile” que o digam. Nos anos 90 eu integrava essa categoria 😛

Penélope Cruz e Angelina Jolie gostavam dos cabelos “nasci assim”, sem corte, sem penteado e sem tratamento. Não vamos condenar, já que depois dos excessos nos anos 80, ficar natural nem era tão ruim assim né?!

Independente do estilo adotado, os acessórios eram fundamentais para as meninas dos anos 90. Quem não se lembra dos queridos rabicós para fazer aqueeeele rabo de cavalo? Se fosse da Pakalolo, melhor ainda né?!

Tinha também a saudosa tiara estofada, que era larga, fofinha e podia ser forrada com veludo ou tecido. Muitas meninas usavam também as presilhas feitas com cadarços flúor e havia ainda quem adorasse os prendedores com mechas de cabelo, mais uma moda lançada pela Xuxa.

Independente do seu estilo ou cabelo nos anos 80 e 90, sem dúvida você riu e relembrou muitas coisas por aqui. Agora me conte, qual era o seu favorito?

abr 12, 2012
Tamy

Tem foto comigo? Mande para o scrapbook do blog!

Você se lembra dos cadernos de perguntas e respostas que circulavam entre as meninas (as mais ousadas passavam para os meninos também) na época do colégio? As últimas perguntas sempre eram “você gosta de alguém?” -sim- , virava a página e vinha a pergunta “quem?”, mesmo sozinha no quarto eu ficava vermelha só de pensar em responder :P. E da agenda, cheia de papéis de bala, recortes e bobagenzinhas que a gente adorava colecionar e faziam com que no final do ano a agenda estivesse recheada e mais grossa que a enciclopédia Barsa?

Que delícia né? Como a infância e a adolescência era preenchidas com detalhes que aquecem nossos corações até hoje! Relembrei isso tudo quando recebi esse presente super fofo da Cravo & Canela: um scrapbook personalizado, que já veio com algumas fotos minhas. A ideia é guardar fotos, mensagens e descobertas.

Mas os tempos de escola passaram, então ao invés de passar “o caderno” para minhas amiguinhas, quero dividir meu scrapbook com vocês! Será um álbum sobre esses 3 anos de blog, onde conheci muita gente incrível e fiz muitas amigas! Se você tem uma foto comigo, nova ou recente, bonita ou engraçada, envie para meu email derepentetamy@gmail.com com o assunto “Scrapbook“, seu nome, quando e onde foi a foto, se quiser pode mandar uma mensagem também! Vou imprimir e ir montando o livro com nossas lembranças, depois vou mostrar com está ficando lá na Fan Page do blog no Facebook. Se você não tem uma foto, mas quer mandar uma mensagem mesmo assim, fique à vontade!

O que acham? Quero encher meu scrapbook de boas lembranças e gente bonita, mandem e-mails!

abr 9, 2012
Tamy

De repente 30: pirulitos que marcaram a infância

Segunda-feira pós Páscoa, geladeira cheia de doces, dietas e sacrifícios jogados no lixo. Mas nem tudo está perdido! Ao menos podemos relembrar aquela época em que comíamos doces como se não houvesse amanhã/balança/celulite.

Hoje vamos falar de um dos doces que toda criança ama, mas perde a coragem de comer conforme vai crescendo: os pirulitos!

Ah que delícia! Como esquecer do pirulito do Zorro que grudava no dente e parecia mais duro que tijolo? E os guarda-chuvinhas Pan que eram 70% gordura hidrogenada? E o dilema de “o que fazer com o cabo do guarda-chuva agora que o pirulito acabou?” sempre dava um dó de jogar fora né!?

E o Pirocóptero, quem lembra dele? Clássico! Na escola onde eu estudava foi até proibido. Como era divertido brincar de Pirocóptero.

 

Havia também o pirulito com apito no cabo. Alguma vez funcionou com vocês, ou só funcionavam mesmo quando ainda havia pirulito e depois virava mais um cabo inútil como o do guarda-chuvinha?

Outra coisa que eu amava eram os pirulitos caseiros, aqueles de várias e várias voltas que o Quico do Chaves amava ou aqueles em forma de chupeta. Adorava ir comendo as voltas do pirulito ou ir lambendo até fica branco, eu enjoar e desistir dele hehehe (crianças ¬¬)

Pirulito era trend na década de 90, até as Spice Girls tinham os Chupa Chups (aliás, que pirulito bem bom que essa marca faz né?!). Tinha também o Dipnlik que vinha com açúcar reserva pra gente se esbaldar na caloria. Que infância feliz! Aliás fiquei sabendo que o Dipnlik voltou \o/

Na minha viagem pelo túnel do tempo acabei relembrando algo que não era pirulito, mas que vale ser citado aqui. Os sucos de “frutas” dentro de embalagens plásticas em forma de carrinhos, animais e frutas. Que coisa horrível, sempre tinha gosto de água velha com corante. Mas as embalagens faziam valer a pena!

E para encerrar, quem se lembra do Locobol? Um pirulito que vinha com uma espécie de cachimbo onde você soprava e uma bolinha ficava flutuando no ar. Dava até dor nas bochechas de tanto soprar!

Que saudades daquela época!

 

fev 7, 2012
Tamy

De Repente 30: a trilogia de Maria

Nostalgia define o De Repente 30, são doces, músicas, programas e desenhos que eu assistia quando era criança e que sempre trazem muita saudade e quase nenhuma vergonha. Mas finalmente chegou o dia de eu assumir meu lado brega e encher o peito para dizer: EU AMAVA UM DRAMALHÃO MEXICANO! E admito que até o cd da Thalía eu tinha. Acompanhei de pertinho a vinda dela ao Brasil pelo “Domingo Legal com o Gugu”, minha mãe só me fez trocar de canal na hora da “Prova da Banheira”.

Ontem o SBT começou a exibir – pela quinta vez – a novela Maria do Bairro e isso me animou a escrever esse post. Afinal eu acompanhei tudo desde o início. Se você também curtiu um drama mexicano na década de 90, pegue seu lencinho e me acompanhe!

A trilogia das Marias começou com Maria Mercedes em 1992 e no Brasil foi exibida pelo SBT (óbvio) em 1996. O enredo é aquele clássico: menina inocente/linda/pobre, galã de coração gelado, casamento que não dá certo e vilã muito má.

Só que nesse caso o galã não tinha nada de bonito né?!

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